
Muitas descobertas intrigam cientistas, entre elas, a de antigas civilizações como a egípcia. A forma como se comportavam essas sociedades pode ser estudada e entendida após grandes achados.
No Egito, arqueólogos descobriram uma tumba real do Segundo Período Intermediário (1677 a.C. e 1550 a.C), na necrópole do Monte Anúbis, próxima ao sítio arqueológico de Abydos no Egito.
O achado estava a 7 metros de profundidade. Segundo a pesquisa comandada pela Universidade da Pensilvânia, o local contém uma câmara funerária de calcário coberta com abóbadas de tijolos de barro com cerca de 5 metros.
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A época da descoberta corresponde ao Segundo Período Intermediário e foi marcado pela crise política. O norte do Egito era governado pelo povo semita que se denominava hicsos. Já o sul da região era controlado por vários reis egípcios.
Apesar da descoberta, o nome do proprietário ainda é desconhecido, mas ao que tudo indica, pertencia a um grande rei egípcio.
Segundo o professor de egiptologia e arqueologia egípcia na Universidade da Pensilvânia, Josef Wegner, o nome do rei foi registrado em cenas pintadas em tijolos rebocados que decoravam a entrada, mas após serem danificadas por antigos ladrões, não foi possível a descoberta do nome do mesmo.
Os criminosos que roubaram a tumba não deixaram nenhum vestígio da múmia ou sarcófago. Ainda segundo o especialista, as buscas por mais informações continuam na região.
"A área pode render mais tumbas reais da mesma era [que] podem lançar luz sobre a identidade e propriedade desta nova tumba real", acrescentou.
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