Nesta semana, uma compra feita há dois anos voltou a ganhar repercussão nas redes sociais. Em 2024, um homem levou R$ 17 mil em moedas, trasportados em 13 garrafões de água, a uma loja de veículos em São José, na Grande Florianópolis, para comprar um carro. Segundo relatos dele na época, o valor havia sido acumulado durante quatro anos.
Com o dinheiro, ele conseguiu comprar um Honda City 2015. Ainda de acordo com relatos do homem feitos no ano da compra, antes de fechar o negócio, ele passou meses negociando com o estabelecimento, avaliando diferentes modelos e chegou a fazer um teste com o automóvel.
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Em entrevista para o UOL, o homem contou que a economia foi feita de maneira gradual. Durante quatro anos, ele tinha o hábito de trocar dinheiro por moedas e guardar os valores em casa. Segundo ele, a estratégia também servia para dificultar o uso da quantia nas despesas cotidianas, permitindo que a reserva crescesse até chegar a aproximadamente R$ 17 mil.
Ainda na entrevistas, ele disse que para levar o dinheiro até a loja, precisou distribuir as moedas em 13 galões de água, que foram colocados no compartimento de bagagem do Gol G5, que era do pai dele.
O vendedor Heverson César, que tinha 31 anos na época, também compartilhou a experiência com alguns portais de notícias. Segundo ele, a equipe do estabelecimento já sabia que o pagamento seria feito em moedas, mas só perceberam a dimensão da situação quando o comprador chegou à loja com a traseira do Gol G5 visivelmente mais baixa do que o normal.
De acordo com o vendedor, foi preciso cinco funcionários do estabelecimento, três vendedores e dois integrantes do setor financeiro, para conferir as moedas. Como a loja não tinha uma estrutura preparada para receber tamanha quantidade de moedas, a equipe precisou ainda improvisar para separar e organizar o dinheiro.
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Ainda segundo o empresário, a contagem foi feita manualmente e levou mais de duas horas e meia. As moedas precisaram ser separadas, organizadas e contabilizadas até que os funcionários confirmassem que a quantia correspondia realmente aos R$ 17 mil informados pelo comprador.
Depois do caso sair na impressa, alguns comerciantes da região procuraram a loja interessados em adquirir parte do dinheiro para utilizar como troco, principalmente em estabelecimentos do próprio bairro.
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