Os candidatos à Presidência da República que foram à TV Globo nesta quinta-feira (1º) atribuíram ao presidente Lula (PT) o cancelamento do debate na emissora.
O confronto foi cancelado em meio à ausência do petista e de Flávio Bolsonaro (PL), e após uma série de decisões judiciais do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre as regras para realização do evento.
"Nós estamos vendo a Justiça a serviço do Lula", afirmou Romeu Zema (Novo).
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A assessoria do ex-governador de Minas Gerais ainda afirmou em nota lamentar o cancelamento do debate, e disse as decisões da Suprema Corte são "um desrespeito a milhões de brasileiros que esperavam a oportunidade de conhecer e comparar as propostas dos candidatos".
Ronaldo Caiado (PSD) chamou as decisões da Suprema de "uma afronta à democracia brasileira". "O Lula provocou tudo isso. Ele foi provocado pelo Flávio na minha cidade, em Goiânia, dizendo 'vai lá que eu vou lhe enfrentar'. E bateu em retirada", disse o ex-governador goiano.
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Augusto Cury (Avante) questionou se "o teatro da política precisa de um psiquiatra" assim que chegou à sala de imprensa após o cancelamento do evento.
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