Um empresário de 33 anos está sendo procurado pela Polícia Civil sob a suspeita de estupro de vulnerável contra a própria sobrinha, uma criança de 11 anos de idade. O caso foi um dos destaques do programa Bora Cidade, da RBA TV, desta quinta-feira (28).
De acordo com as investigações, o homem conseguiu fugir momentos antes da chegada dos agentes policiais na residência dele, levantando a suspeita de que possa ter recebido informações privilegiadas sobre a expedição do mandado de prisão.
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O crime foi formalmente denunciado pela mãe da vítima após a própria criança relatar as agressões sofridas. O último abuso teria ocorrido ainda neste mês de maio. Devido à gravidade da violência física e aos ferimentos decorrentes do ato nas partes íntimas, a vítima buscou ajuda da mãe e revelou o histórico de abusos que vinha sofrendo em segredo.
Segundo a Polícias Civil, a proximidade do suspeito com o núcleo familiar facilitava o acesso à vítima. Por ser cunhado da mãe da criança, o homem frequentava a residência e participava de eventos familiares aos finais de semana. O investigado aproveitava os momentos em que os adultos se afastavam para abordar a vítima quando ela se encontrava sozinha.
Ainda de acordo com a polícia, o empresário também utilizava meios eletrônicos e redes sociais para contatar e monitorar a criança pela internet. Todo o histórico de interações digitais e o material eletrônico obtido pela família foram apreendidos e encaminhados para a realização de perícia técnica. O conteúdo será integrado ao inquérito como prova material das condutas ilícitas do suspeito.
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O caso está sendo conduzido sob estrito sigilo para preservar a integridade da menor e não comprometer as diligências em curso. De acordo com as autoridades, a vítima já foi submetida aos exames periciais médicos necessários e está recebendo atendimento psicológico e assistência social especializados por meio de uma equipe multiprofissional.
A Polícia Civil reforça que qualquer informação que auxilie na localização do suspeito pode ser comunicada de forma totalmente anônima por meio do Disque Denúncia (181).
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