Para resgatar a importância histórica do jornalismo e dos jornalistas, a Academia Paraense de Jornalismo programou sessões memoriais sobre jornalistas que fizeram história, como o fundador do DIÁRIO e do Grupo RBA, Laércio Barbalho.
Na quinta-feira (22), quando foi comemorado os 201 anos da imprensa no Pará, houve a reconstituição da trajetória de Felipe Patroni, personagem emblemático, idealizador e editor do jornal O Paraense, o primeiro de todo o Norte do Brasil.
Foram palestrantes os jornalistas e
escritores Walbert Monteiro e Sebastião Piani Godinho, ambos membros da APJ, da
Academia Paraense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Pará; e
mediadora a presidente da Academia Paraense de Jornalismo, jornalista e
advogada Franssinete Florenzano, que também integra o IHGP e o Instituto
Histórico e Geográfico do Tapajós, além da Abrajet – Associação Brasileira de
Jornalistas em Turismo. Compôs a mesa oficial o desembargador federal do
Trabalho Paulo Isan Coimbra, representando no ato o presidente do Tribunal
Regional do Trabalho da 8ª Região, Marcus Losada Maia.
Na ocasião, foi outorgada a Medalha do Bicentenário da Imprensa no Pará ao presidente da APL, professor, escritor e pesquisador Ivanildo Alves, ao presidente do TRT8, desembargador Marcus Losada Maia, e à presidente do IHGP, Anaíza Vergolino, além dos acadêmicos Célio Simões, vice-presidente da APJ, no ato representando a Academia Paraense de Letras Jurídicas; Graça Lobato Garcia, diretora da APJ e representante da Academia Paraense de Letras Interioranas; José Wilson Malheiros da Fonseca, imortal da APJ, da APL e da Academia Paraense de Música, e Francisco Sidou, representado pela esposa, Rubenita Sidou. Funcionou como mestre de cerimônia o acadêmico Octavio Pessoa.
A atração cultural da noite foi a apresentação especial da cantora Gabriella Florenzano, acompanhada pelo saxofonista e clarinetista Marcos Cardoso Puff e pelo violonista Bernardo Barros, que em homenagem aos laços históricos que unem o Pará a Portugal, e à presença da cônsul Maria Fernanda Pinheiro, interpretou um fado brasileiro que fala da cidade onde ela nasceu, São Paulo de Luanda, e a morna (gênero musical que mais identifica o povo cabo-verdiano) “Sodade”, eternizada na voz de Cesária Évora, além de composições dos maestros paraenses Isoca e Waldemar Henrique e de “Libertango”, de Astor Piazzolla.
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