O fogo, quando se espalha sem controle, transforma paisagens inteiras em retratos de um desastre ambiental. Em regiões de vegetação sensível, como a Patagônia, cada novo foco de incêndio reacende alertas sobre clima, preservação e capacidade de resposta diante de eventos extremos que se tornam cada vez mais frequentes.
Na província de Chubut, no sul da Argentina, os incêndios florestais já devastaram 11.970 hectares na região de El Hoyo, segundo balanço divulgado pelo Serviço Provincial de Manejo do Fogo (SPMF) no domingo (11). O número representa mais que o dobro da área registrada no dia anterior, quando os danos somavam cerca de 5.260 hectares, evidenciando a rápida propagação das chamas.
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IMPACTOS AMBIENTAIS
De acordo com informações publicadas pela imprensa argentina, a área atingida inclui principalmente matagais, além de bosques implantados e formações nativas, o que amplia os impactos ambientais e dificulta o trabalho de contenção. As equipes de combate seguem atuando em diferentes frentes para evitar que o fogo alcance novas áreas habitadas.
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CHUVA AJUDA NO COMBATE AO FOGO
Os brigadistas que atuam na região celebraram a chuva intensa registrada no último domingo (11), vista como um fator decisivo para reduzir a força das chamas. Ainda assim, o cenário permanece delicado, e as autoridades monitoram a situação diante do risco de novos focos, comuns neste período de estiagem e temperaturas elevadas.
Enquanto o combate segue, o incêndio em El Hoyo se soma a uma série de ocorrências recentes que colocam a Patagônia argentina no centro das preocupações ambientais, reforçando o debate sobre prevenção, resposta rápida e os efeitos das mudanças climáticas na região.
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