O caso que veio à tona após a denúncia de uma adolescente de 17 anos expôs um cenário alarmante de violência sexual na zona sul do Rio de Janeiro e mobilizou a Polícia Civil nas últimas semanas. As investigações avançaram a partir do primeiro relato e passaram a apontar para a possível atuação articulada de um grupo de jovens, suspeito de utilizar estratégias semelhantes para atrair e abusar de vítimas.
Após mais duas adolescentes procurarem as autoridades para relatarem que também foram vítimas, a Polícia Civil suspeita que os acusados de estuprar uma jovem de 17 anos, no Rio de Janeiro, usavam um "modus operandi" para atrair outras vítimas.
INVESTIGAÇÃO
De acordo com a polícia, eles articulavam da seguinte forma: primeiros, os homens ganhavam a confiança das jovens, depois convidavam para um encontro, no local, as forçavam a ter relações com outras pessoas.
Outras duas vítimas procuraram a polícia para relatar que também foram vítimas. O delegado Ângelo Lages relatou ao UOL que elas disseram ter passado pelo mesmo "modus operandi" utilizado para violentar a jovem em Copacabana
“Eles tinham um modus operandi de agir. A segunda vítima tinha o mesmo relato: confiava, e ele (Matheus) a atraiu para o apartamento onde tinham outras pessoas”, contou o delegado
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As duas outras vítimas que buscaram a polícia tinham, à época dos fatos, 14 e 17 anos. Uma narra que foi atraída por Matheus Veríssimo Zoel Martins para um apartamento, e lá foi violentada. Outra contou que foi vítima de Vitor Hugo Oliveira Simonin, que segue foragido.
Matheus e João Gabriel Xavier Bertho se entregaram à polícia na última terça-feira (03). Bruno Felipe dos Santos Alegretti e Vitor Hugo seguem foragidos. Todos são réus pelo crime de estupro.
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