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ESTUPRO COLETIVO EM COPACABANA

Mais duas jovens relatam terem sido vítimas de estupro por réus

As vítimas, hoje com relatos de abusos ocorridos aos 14 e 17 anos, afirmam que só buscaram a polícia após a repercussão do caso de janeiro

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Imagem ilustrativa da notícia Mais duas jovens relatam terem sido vítimas de estupro por réus camera Novas vítimas surgem no caso de estupro coletivo em Copacabana | Reprodução

O caso do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos em Copacabana ganhou novos desdobramentos com o surgimento de duas novas vítimas. Encorajadas pela repercussão das prisões decretadas na última semana, as mulheres procuraram a Polícia Civil do Rio de Janeiro para denunciar que também foram violentadas por integrantes do grupo de acusados.

As novas denúncias referem-se a episódios ocorridos quando as vítimas tinham 14 e 17 anos. Segundo o delegado Ângelo Lages, uma delas identificou Vitor Hugo Oliveira Simonin, que está foragido, como um dos agressores. A outra vítima apontou Matheus Veríssimo Zoel Martins, que se entregou à polícia nesta terça-feira (3).

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Situação dos Envolvidos

Até o momento, o balanço das prisões é o seguinte:

  • Presos: Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho (entregaram-se hoje).
  • Foragidos: Bruno Felipe dos Santos Alegretti e Vitor Hugo Oliveira Simonin.
  • Investigado: Um menor de idade, que teria atraído a vítima ao local.

A defesa de João Gabriel Xavier negou as acusações sobre a participação dele no caso, afirmando que o cliente é inocente e que não teve a oportunidade de ser ouvido antes da ordem de prisão.

Dinâmica do Crime em Copacabana

O inquérito principal investiga o crime ocorrido em 31 de janeiro. A vítima relatou que foi atraída para um encontro por um adolescente em um apartamento. Durante o ato, outros quatro homens invadiram o quarto. Mesmo com a negativa da jovem, ela foi agredida com puxões de cabelo e socos no abdômen enquanto o grupo se revezava na violência.

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Após o crime, a adolescente saiu do local sangrando e ferida. Mensagens enviadas pelo menor horas depois, com tom de deboche ("chegou bem kkkk"), foram anexadas ao processo. A polícia agora trabalha para identificar se os réus participaram juntos dos outros casos relatados pelas novas testemunhas.

Jovens envolvidos no estupro coletivo no Rio de Janeiro
📷 Jovens envolvidos no estupro coletivo no Rio de Janeiro |Divulgação/PCRJ
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