Tema frequente entre os torcedores, a estrutura do Clube do Remo segue no centro das atenções durante a participação da equipe na Série A do Campeonato Brasileiro. Questões como a construção do centro de treinamento em Outeiro e a conclusão das obras do Baenão têm gerado cobranças da torcida azulina.
Em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira (30), o executivo de futebol Luís Vagner Vivian abordou os dois assuntos e garantiu que há planejamento em andamento, embora o clube ainda dependa de etapas burocráticas e equilíbrio financeiro para avançar.
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Sobre o centro de treinamento, Vivian destacou que o projeto é tratado como prioridade desde o início de sua gestão no clube. “Não tem nada parado. O centro de treinamento foi uma das primeiras pautas com o presidente, e isso mostra que o clube está pensando grande”, afirmou.
Segundo o dirigente, o CT será construído por etapas e ainda está em fase inicial, com projetos em análise e tratativas com parceiros investidores. “É um complexo desenvolvido em fases. Está na fase de projetos pré-aprovados e troca de documentações com uma empresa parceira que pretende investir no esporte. É um aporte importante, algo que o clube teria dificuldade de fazer sozinho a curto prazo”, explicou.
Há prazo para entrega?
Apesar do avanço, o executivo evitou estipular prazos para a entrega da estrutura, ressaltando que o processo não depende apenas do clube. “Há uma equipe de engenheiros trabalhando, mas não podemos cravar datas. A ideia é, em breve, apresentar um prazo mais concreto ao torcedor”, pontuou, reforçando que a manutenção do time na elite nacional é essencial para viabilizar o projeto.
Vivian também comparou o cenário atual com a última participação do Remo na Série A, destacando a evolução estrutural dos clubes que se mantiveram na elite. “Hoje a diferença é muito grande. Muitos clubes tiveram investimentos externos e se estruturaram melhor. O Remo precisa se manter na Série A para acompanhar esse crescimento”, avaliou.
Avanços no Estádio Baenão
Em relação ao Estádio Baenão, o dirigente reconheceu as dificuldades de conciliar treinos e jogos no mesmo local, especialmente por conta das condições climáticas. “Sabemos que não é o ideal treinar e jogar no mesmo estádio. O gramado tem apresentado bons níveis, mas a chuva prejudica muito e pode deixar o campo impraticável rapidamente”, explicou.
Enquanto o centro de treinamento não é concluído, o clube busca alternativas para preservar o gramado. “Estamos ajustando horários de treino e controlando o uso do campo. Existe uma equipe dedicada à manutenção e buscamos parcerias para melhorar ainda mais as condições, mas precisamos equilibrar essa situação até termos o CT”, concluiu.
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