O Paysandu volta a colher frutos de um trabalho consistente nas categorias de base, que tem impacto direto não apenas dentro de campo, mas também na saúde financeira do clube. A valorização de jovens talentos despertou o interesse de outras equipes, que passaram a investir nas promessas bicolores por valores cada vez mais expressivos.
Um dos exemplos mais recentes é a negociação do volante Pedro Henrique, de 18 anos, com o Flamengo. A transferência foi concluída por R$ 3 milhões e oficializada no último dia 17 de abril, tornando-se a maior venda da história não apenas do Paysandu, mas do futebol paraense, envolvendo um atleta formado em casa.
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Diante desse cenário promissor, a diretoria alviceleste se movimenta para proteger seus ativos. O clube iniciou um processo de renovação contratual de outras joias da base, como Thalyson, Capixaba, Libonati, Iarley, Brian, Henrico e Miguel Ângelo. Os novos vínculos contam com multas rescisórias fixadas em 3 milhões de dólares, estratégia que visa assegurar maior retorno financeiro em futuras negociações.
Na cotação atual, com o dólar em torno de R$ 4,98, uma eventual venda nesses moldes poderia render aproximadamente R$ 14,94 milhões aos cofres do clube, valor significativamente superior ao recorde recente de R$ 3 milhões obtido com a venda de Pedro Henrique ao Flamengo.
A possibilidade de novas negociações já é considerada concreta pela diretoria. Em entrevista concedida a jornalistas locais antes da partida contra o Vasco (RJ), realizada na última terça-feira (21), no Mangueirão, pela ida da quinta fase da Copa do Brasil, o presidente Márcio Tuma confirmou que atletas formados no clube vêm sendo monitorados por diversas equipes do futebol brasileiro.
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O movimento reforça a importância do investimento contínuo nas categorias de base, consolidando o Paysandu como um celeiro de talentos e uma alternativa sustentável de geração de receitas no cenário esportivo nacional.
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