Uma foto de Bruna Marquezine na praia viralizou e reacendeu o interesse do público sobre como tem os glúteos bem treinados como o da atriz. Por isso, especialistas explicam o que é necessário para desenvolver a região com segurança e eficiência.
A região é composta por três músculos principais: o glúteo mínimo, o glúteo médio e o glúteo máximo. Juntos, eles participam de movimentos cotidianos como andar, correr e agachar. Além disso, os glúteos fazem parte do core, grupo muscular que estabiliza o tronco e inclui pelve, quadril, lombar e abdome. Portanto, fortalecer essa região vai muito além da estética.
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O fortalecimento dos glúteos contribui para estabilizar o corpo e proteger a coluna vertebral. Além disso, ajuda em boas posturas e a reduzir o risco de lesões no quadril e nos joelhos.
Por isso, especialistas recomendam incluir exercícios para a região independentemente do objetivo estético. Treinar os glúteos também aumenta a força dos membros inferiores, o que melhora o desempenho em diversas atividades físicas.
Exercícios compostos e isolados: qual a diferença?
Um bom plano de treino combina movimentos compostos e isolados para recrutar toda a musculatura glútea. Os exercícios compostos, como agachamentos e afundos, ativam vários grupos musculares ao mesmo tempo.
Já os isolados têm foco direto nos glúteos. Ademais, variar os tipos de agachamento, como o sumô e o afundo, ajuda a recrutar mais fibras de toda a região.
Um profissional de educação física é essencial para montar um plano adequado a cada perfil.
Os exercícios mais recomendados por especialistas
As principais opções indicadas por profissionais da área são:
- Elevação pélvica;
- Agachamento com barra;
- Afundo com halteres;
- Agachamento sumô com halter
- Mesa flexora;
- Cadeira abdutora;
- Superman com isometria.
No entanto, não é indicado fazer todos os exercícios em uma única sessão. O ideal é distribuí-los ao longo da semana de forma equilibrada.
Como organizar a semana de treinos?
Os glúteos podem ser trabalhados junto com o treino de pernas ou em um dia exclusivo. Quando separados, é preciso respeitar um intervalo de pelo menos dois dias em relação ao treino de membros inferiores.
Isso garante a recuperação muscular adequada e evita sobrecarga. Além disso, os exercícios aeróbicos, como corrida, bicicleta, escada e elíptico, complementam o treino e melhoram o condicionamento físico geral.
Evoluir sim, mas sem se machucar
Alguns erros comuns comprometem os resultados e aumentam o risco de lesões:
- Focar apenas nos glúteos e ignorar o restante do corpo;
- Aumentar a carga sem dominar a técnica correta de execução.
Priorizar a execução correta antes de adicionar mais peso é fundamental para reduzir dores e melhorar os resultados.
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Além disso, o descanso é parte indispensável do processo, pois é durante a recuperação que o músculo se desenvolve. Portanto, constância, técnica e paciência são os pilares de qualquer treino eficiente.
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