Uma das bandas mais populares e queridas do Brasil nos anos 90, teve um fim trágico e causou grande comoção na despedida. Trinta anos depois, uma descoberta emocionou os fãs.
A divulgação das imagens da jaqueta colocada sobre o caixão de Dinho no dia do sepultamento voltou a emocionar fãs dos Mamonas Assassinas. A peça, encontrada intacta durante a exumação dos integrantes da banda, teve seu estado de conservação revelado em reportagem exibida pela TV Globo.
A jaqueta, que traz o símbolo do grupo e a bandeira do Brasil estampados, chamou atenção por estar preservada mesmo após três décadas. O item havia sido deixado sobre o caixão do vocalista no dia do enterro.
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A exumação foi realizada na última segunda-feira (23), após autorização dos familiares, com o objetivo de ressignificar a despedida dos músicos. Durante o procedimento, a peça se destacou entre os presentes pelo estado praticamente intacto.
Em entrevista, Jorge Santana, primo de Dinho e CEO da marca Mamonas, descreveu o momento como o mais impactante de todo o processo. “A jaqueta estava ali há 30 anos e parecia que tinha sido colocada ontem”, afirmou.
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Segundo ele, por não estar junto aos restos mortais e devido à boa conservação, a família estuda manter o item exposto em um memorial dedicado à banda. A peça deverá passar por tratamento especializado e ser emoldurada. “Possivelmente vamos deixá-la exposta. Ela vai ser tratada e emoldurada. Foi um momento complicado, difícil, mas a gente passou junto”, declarou.
Veja:

Projeto de memorial sustentável
A exumação também faz parte de um projeto que prevê a utilização de parte das cinzas dos integrantes no plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério, em Guarulhos (SP), cidade onde o grupo foi formado. A iniciativa foi anunciada nas redes sociais oficiais da banda e do cemitério e prevê a criação do Jardim BioParque Memorial Mamonas.
A proposta une homenagem póstuma e sustentabilidade, com a incorporação das cinzas às sementes de espécies nativas, sob acompanhamento técnico para o desenvolvimento das mudas.
A trajetória dos Mamonas Assassinas foi interrompida em março de 1996, após um show em Brasília, quando o jatinho que transportava os integrantes colidiu com a Serra da Cantareira, resultando na morte de todos os ocupantes.
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