Quando a arte encontra o perigo, até os corredores silenciosos de museus podem testemunhar cenas de tensão. Foi o que ocorreu no início da semana passada no norte da Itália, onde criminosos invadiram o Villa dei Capolavori, em Traversetolo, e levaram três obras-primas de Renoir, Cézanne e Matisse avaliadas em milhões de euros.
O alvo do assalto relâmpago foi a mansão que abriga a coleção privada da Fundação Magnani-Rocca, parte do museu de arte Mamiano di Traversetolo, conhecido por conservar uma extensa coleção de grandes artistas europeus. O crime durou menos de três minutos: os ladrões forçaram um dos portões do edifício e fugiram rapidamente, deixando apenas um quarto quadro para trás, possivelmente pressionados pela ativação do sistema de alarme.
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Entre os quadros roubados está Les Poissons ("Os Peixes"), de Renoir, uma rara obra do pintor impressionista presente em coleções permanentes na Itália, datada de 1917.
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Também foi levada Natureza morta com cerejas, de Cézanne, de 1890, considerada de grande valor para colecionadores, e Odalisca na varanda, de Matisse, de 1922, feita em aquarela sobre papel.

INVESTIGAÇÃO POLICIAL
Imagens das câmeras de segurança estão sendo analisadas pela polícia italiana, que busca compreender a dinâmica do crime e identificar os responsáveis.
O Villa dei Capolavori é um dos espaços mais renomados da Fundação Magnani-Rocca, que reúne obras do crítico e colecionador Luigi Magnani, além de artistas como Ticiano, Dürer, Rubens, Goya, Canova, Monet, Renoir, Cézanne e Matisse. A instituição é reconhecida entre as mais importantes coleções privadas de arte na Itália.
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