Belém recebeu nos dias 02 e 03 de fevereiro o Encontro Estadual de Saneamento, realizado no auditório do CREA-PA, que reuniu engenheiros, instituições e empresas para discutir os desafios e perspectivas do saneamento básico nos 144 municípios do estado.
A iniciativa foi promovida pelo Sistema CONFEA/CREA-PA e Mútua, em parceria com a Associação dos Engenheiros Sanitaristas do Pará (AESPA), e destacou o papel estratégico da engenharia na formulação de políticas públicas e na universalização do saneamento.
A mesa de abertura contou com a presença da presidente do CREA-PA, engenheira civil Adriana Falconeri; do diretor-geral da Mútua-PA e presidente da AESPA, engenheiro sanitarista Josué Rocha; do conselheiro federal representante do Pará, engenheiro civil Paulo Pinho; do coordenador de Transferências Federais da Rede de Parcerias do Ministério da Gestão e Inovação - Elo Municípios (FAMEP), engenheiro de produção industrial Fabiano Cardoso; e do prefeito de Cachoeira do Arari, Jaime da Silva Barbosa.

A programação do encontro incluiu painéis temáticos sobre planejamento urbano, manejo de resíduos sólidos, licenciamento ambiental, abastecimento de água, esgotamento sanitário e cooperação institucional, além de apresentações de soluções técnicas por empresas e profissionais do setor.
Durante o evento, foram anunciados importantes avanços institucionais. O CREA-PA e o Instituto Mondó firmaram um Acordo de Cooperação Técnica, assinado por Adriana Falconeri e pela diretora executiva do Instituto Mondó, Carolina Veloso Maciel, com foco no desenvolvimento de soluções técnicas adaptadas à realidade amazônica, voltadas à ampliação do acesso à água potável, saneamento básico e habitação adequada, especialmente em comunidades ribeirinhas do Arquipélago do Marajó.
Também foi lançado o Observatório Paraense de Saneamento (OPS), iniciativa técnica e colaborativa criada para monitorar, analisar e dar transparência à situação do saneamento nos municípios, fortalecendo o controle social e subsidiando a tomada de decisões voltadas à universalização dos serviços.
Para a presidente do CREA-PA, Adriana Falconeri, a presença da engenharia nos espaços de decisão é fundamental. “Quando a técnica participa, as decisões se tornam mais responsáveis e a sociedade é diretamente beneficiada”, destacou.
Já o diretor regional da Mútua-PA reforçou a importância da valorização da engenharia. “Valorizar a engenharia sanitária é investir em soluções duradouras. É por meio do conhecimento técnico e da atuação responsável dos profissionais que o saneamento deixa de ser promessa e se torna política pública efetiva", disse.
O Observatório Paraense de Saneamento convida a população a participar, contribuindo com dados e sugestões para fortalecer o controle social e melhorar a gestão do saneamento no Pará.
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