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SAÚDE

Preço máximo do Ozivy, o "Ozempic brasileiro", é definido pela CMED

Medicamento da farmacêutica EMS teve o teto fixado em R$ 1.077,79, mas fabricante promete preço 30% menor nas farmácias.

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Imagem ilustrativa da notícia Preço máximo do Ozivy, o "Ozempic brasileiro", é definido pela CMED camera Medicamento da farmacêutica EMS teve o teto fixado em R$ 1.077,79, mas fabricante promete preço 30% menor nas farmácias. | Reprodução

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu o teto de preço para o Ozivy, a primeira caneta emagrecedora desenvolvida por uma farmacêutica brasileira à base de semaglutida sintética. O remédio funciona como uma alternativa ao conhecido Ozempic, que utiliza o princípio ativo de origem biológica em sua formulação.

Com o teto regulatório fixado pelo órgão em R$ 1.077,79, nenhum estabelecimento comercial ou rede de farmácias poderá ultrapassar esse valor de venda. Contudo, a farmacêutica EMS, laboratório responsável pelo desenvolvimento e produção do Ozivy, informou que pretende adotar uma estratégia comercial competitiva, disponibilizando o produto no varejo com um preço cerca de 30% inferior ao limite máximo permitido pela regulação.

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Aprovação na Anvisa e chegada ao mercado

O aval para a comercialização do emagrecedor no território nacional seguiu os ritos oficiais das agências de controle:

• Registro sanitário: O Ozivy obteve a aprovação oficial de registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na última terça-feira (26).

• Distribuição: Com a posterior homologação dos preços pela CMED, o medicamento cumpre todas as etapas burocráticas obrigatórias e deve começar a abastecer as prateleiras das farmácias brasileiras em breve.

Tramitação para possível oferta no SUS

Apesar da expectativa de parte dos pacientes em acessar a nova semaglutida de forma gratuita na rede pública, a inclusão do Ozivy no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda depende de um rito de avaliação independente:

Critérios de incorporação: Para que o medicamento seja distribuído na rede pública de saúde, ele precisa passar por uma análise técnica e de impacto financeiro realizada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Somente após o parecer favorável da comissão e a subsequente homologação e assinatura do Ministério da Saúde é que o remédio poderá integrar os protocolos de atendimento do SUS.

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